sábado, 13 de junho de 2015

39. MEMÓRIAS DO ALTO MAR



Devagar, devagarinho...e aos poucos

 



Capítulo 1. A tintureira não mordeu o Cheta, antes propiciou que um anzol se lhe tivesse espetado na palma na mão. Desajeitadamente, o Cheta pôs-se a jeito e depois gritou em desespero pelo Óscar. Deu nas vistas esta solicitação desesperada...





Capítulo 2. O Américo tende a embirrar com o Cheta. Discutem, azedam, mas depois colaboram. Amizades de terceira idade?



Capítulo 3. O Miguel esmerou-se nos aperitivos: primeiro um salpicão de sabor a loureiro, depois uns camarões da costa, por fim, cerveja artesanal.
Exige-se, face a esta excelente conjugação de escolhas, a presença do Miguel a bordo, mais assiduamente.






Capítulo 4. O sol e o calor estimularam o Óscar. De tronco nu, pediu ajuda ao Cheta, para o besuntar com protector. O Cheta esmerou-se...kkkkkkkk









Capítulo 5. Cá o rapaz, trouxe vitela, queijo brasileiro tipo gouda e whisky. Parece-me que a malta apreciou.



Capítulo 6. A pesca foi como ganhar por 1 a 0 ao adversário e de penalti. O Óscar pescou 6 gorazes mais 1 peixe-galo, o Cheta 2, o Miguel 2 e 1 tintureira, o Américo 1 e o Borges só carapaus, fanecas e uns cantarilhos. 





Capítulo 7. Em resumo: A equipa ganhou pelos mínimos, num dia que foi dos máximos em calor.
Há dias grandes e felizes, mesmo com pequenos e infelizes peixes.


"Ainda não é o fim, calma (...)” escreveu Manuel Pina. Eu subscrevo.

Leça, 07 de Junho de 2015
Luís M. Borges

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