Barcelos Galaró, por si só, é luxo
só. Olha só!
O galaró (1)
Cabidela
I
Na minha
terra o arroz sai malandrinho
E os gostosos
grelos tenros são do Amaral.
Mas se em Fontelas
se pescasse devagarinho,
O vinho
teria de ser, claro, do Marmelal.
O anzol (2)
Forte e a insaciedade
II
Aos
pica-no-chão de Barcelos nunca lhes vi a cor,
Só que o mar
é azul e os peixes brilham ao sol.
Somos cinco,
somos quatro, todos cheios de amor.
Será que interessa
a alguém o tamanho do anzol?
Chupa a pata
Ofende o Borges
.
III
Sai o Cheta,
entra o Malheiro, canta o Óscar,
Ri-se o Lamas,
ofende o Borges, cala-se o Forte.
Come a coxa,
chupa a pata, mastiga devagar,
O tempo consome-se
é no Minho, é no Norte.
IV
Está bom D.
Rosa, adorámos e foi bastante.
Comeram os
olhos e ficou tanto na travessa!
Hora noturna,
hora tardia! Que coisa tão irritante.
Ah, o Óscar conduz,
traz a gente que regressa.
O Óscar conduz-nos, até...
... à beleza dos peixes (3)
V
O primeiro fez-se
em Fevereiro de sorte
E repetiu-se
em Abril num mar de gorazes.
Quem comeu
em demasia? O Borges e o Forte.
Insaciedades
de pescador em bocas vorazes!
A baleia assistiu. Que boca voraz! (4)
É para o Encarregado (5)
Leça, 8 de Abril de 2017
Luís M. Borges, vai-te só à cabidela.
Kkkkkkkkkkk
OBS: Fotos do Pinterest (1,2,3,4,5,6.7)









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